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A ideia de fazer um texto sobre este assunto resulta do número crescente de pacientes que têm procurado atendimento em decorrência de lesões ocasionadas pela sífilis. A maioria das lesões bucais apresentam características clínicas peculiares que auxiliam o estomatologista no diagnóstico. A sífilis, um doença sexualmente transmissível ocasionada por uma bactéria, pode se apresentar de diversas formas, dependendo da sua fase clínica no momento da consulta. Por exemplo, a lesão inicial ocorre no local da inoculação e caracteriza-se por uma ferida/úlcera indolor (Foto A) que surge após 10 a 90 dias do contato inicial. Desaparece sem tratamento. A fase secundária ocorre

O procedimento cirúrgico é uma etapa da biópsia e, logo, necessita de cuidados pós operatórios. Seguem abaixo os principais cuidados: Repouso absoluto: a duração deste repouso irá depender da extensão do procedimento cirúrgico. Geralmente, varia de 24 a 72 horas. Deitar com cabeça elevada: usar dois travesseiros. Evitar de cuspir ou fazer bochechos nas primeiras 24 horas após a cirurgia. Tomar a medicação receitada. Qualquer reação adversa ao remédio, entrar em contato com o estomatologista. Remover os pontos/sutura 07 dias após o procedimento. Morder uma gaze por 10 minutos na área operada, caso haja sangramento. Se não cessar o sangramento,

Junto com a doença cárie, as da gengiva são as mais prevalentes. No entanto, os pacientes e mesmo alguns profissionais não dão a devida importância. A maioria dos pacientes somente procura tratamento em estágios mais avançados da doença, sendo a mobilidade dentária sua sequela mais evidente. Mas como a doença da gengiva se inicia? As doenças periodontais são ocasionadas pelo acúmulo de bactéria que ocasionam uma inflamação. O seu primeiro sinal é o sangramento da gengiva que, geralmente, é notado na escovação e no uso do fio dental.  Caso não seja tratada nesta fase, a doença pode evoluir e ocasionar a destruição

Sim! E é uma infecção ocasionada por um fungo que está presente na nossa boca: a Candida albicans. Na ausência de doença, ele está em equilíbrio e harmonia com a nossa flora bucal. Porém, algumas situações podem acarretar uma proliferação deste fungo, resultando na candidíase. Mas o que causa a candidíase? A candidíase pode ser ocasionada por uma baixa de imunidade do nosso corpo (diabetes descontrolada, anemia, radioterapia, quimioterapia, uso crônico de corticoides sistêmicos ou de “bombinhas para asma”, idade avançada entre outros) ou ainda pelo uso de antibióticos de amplo espectro, uso de próteses totais ou parciais. Como são os sintomas e

Indicações de remoção do dente siso (terceiro molar): O dente siso (terceiro molar) é o ultimo dente a romper a gengiva e, em muitos casos, não há espaço suficiente para a sua completa erupção. A sua erupção parcial acarreta um quadro de infecção e dor no seu folículo pericoronário (tecido que recobre o dente) conhecido como pericoronarite. Esta é o principal motivo que indica a extração do siso! Porém, há outras situações, mesmo assintomáticas, que requerem a remoção do terceiro molar (siso): Reabsorção ou cárie do segundo molar ocasionada pela má posição do siso; Cisto ou tumor relacionado ao dente siso

[vc_row][vc_column][vc_column_text] O que é biópsia? O primeiro ponto a ser esclarecido é a definição de biópsia. Consiste na remoção de um fragmento de tecido vivo e posterior análise microscópica. Existem basicamente dois tipos. A biópsia excisional/total que é a retirada completa da lesão e, neste caso, já considerado o tratamento definitivo. Já a biópsia incisional seria a remoção de parte da lesão para fins de diagnóstico. (Figuras 1 e 2) O tipo de biópsia irá depender do diagnóstico presuntivo da lesão.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_row_inner][vc_column_inner width="1/2"][vc_single_image image="9500" img_size="medium" add_caption="yes" alignment="center"][vc_empty_space][/vc_column_inner][vc_column_inner width="1/2"][vc_single_image image="9501" img_size="medium" add_caption="yes" alignment="center"][vc_empty_space][/vc_column_inner][/vc_row_inner][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_column_text] Toda lesão na boca necessita de biópsia? Não. Algumas doenças da boca tem

[vc_row][vc_column][vc_column_text]A nossa boca está exposta a diversas formas de agressão todos os dias. Alimentação, traumas por batidas ou mordidas acidentais, e, embora não seja recomendado, fumar e ingerir bebidas alcoólicas também podem ser agressores. Além disso, a flora bucal também pode ser uma fonte de agressão. No entanto, o corpo possui diversas formas de nos proteger dessas agressões. A boca é revestida por uma barreira que impede a entrada de microorganismos e, quando essa barreira é rompida, há células de defesa que os combatem e auxiliam na cicatrização de lesões bucais. A saliva também possui a função de lubrificar e limpar a

O câncer bucal pode ser uma doença muito séria, especialmente quando é diagnosticado tarde demais. Infelizmente, isso é relativamente comum, e isso contribui para a alta taxa de mortalidade associada a essa doença. No Rio Grande do Sul, por exemplo, há um número relativamente alto de casos diagnosticados por 100 mil habitantes. Mas aqui está a boa notícia: se o câncer de boca é detectado no início, as chances de cura são muito maiores. Por isso, é tão importante fazer exames de rotina e visitar regularmente o seu estomatologista. Isso pode ajudar a identificar qualquer problema no início, quando ainda é

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O estomatologista é um profissional da saúde que se especializa no diagnóstico e tratamento das doenças da boca e do complexo bucomaxilofacial. É uma especialidade não muito conhecida, porém de extrema importância. Sua atuação engloba a prevenção, o diagnóstico e o tratamento de doenças bucais. Além disso, o estomatologista também atua no tratamento de doenças mais graves, como o câncer de boca   Quando o paciente deve procurar o estomatologista? Na verdade, devemos realizar exames bucais periódicos com o estomatologista mesmo que não se note nada de errado na cavidade bucal. Existem patologias que são indolores no início e outras de difícil

O laser é uma fonte de luz com vários comprimentos de onda que possibilitam o tratamento de diversas doenças da cavidade bucal. O laser de baixa potência (low level laser therapy – LLLT) possui efeito antiinflamatório, analgésico e bioestimulante. Nos dias atuais, devemos considerar o laser um coadjuvante terapêutico indispensável no cotidiano do cirurgião-dentista. APLICAÇÕES E INDICAÇÕES NA ODONTOLOGIA Analgesia - promove o alívio de dores de diversas etiologias, dores de origem pulpar, dores nevrálgicas, dores em tecido mole, mialgias, dores de pré e pós – operatório, entre outras aplicações. Cicatrização - A fotobioestimulação por laser tem sido empregada de maneira bastante eficaz na promoção